23 de outubro de 2014

E a Vida Continua...


E a Vida Continua... é um livro espírita, psicografado pelo médium brasileiro Francisco Cândido Xavier, com autoria atribuída ao espírito André Luiz. Foi lançado pela Federação Espírita Brasileira no ano de 1968.


(Filme completo)

Constitui-se na décima-sexta e última obra da série do autor espiritual André Luiz, chamada de Série André Luiz.

A série pode ser subdividida em duas partes: Coleção A Vida no Mundo Espiritual e Obras Complementares.

E a Vida Continua... é a décima-terceira e última obra da Coleção A Vida no Mundo Espiritual.

Esse livro conta a história das famílias Serpa e Fantini, que estão ligadas entre sí a muitas encarnações, onde tiveram que perdoar o crimes do passado cometidos uns contra os outros no decorrer de diversas vidas na Terra. Foi levado para o cinema pelo ator e diretor Paulo Figueiredo, que também adaptou o livro para o roteiro cinematográfico. O filme foi lançado em 2012.



Vale a pena assistir!


20 de outubro de 2014

Tem coragem de pedir desculpas?

Você é capaz de voltar atrás quando percebe que cometeu um erro com alguém? 


Você tem coragem de pedir desculpas ao reconhecer que estava errado?



Reconhecer o erro e conseguir voltar atrás é uma demonstração de dignidade e sabedoria.

O que impede uma pessoa de reconhecer que errou? Vergonha, talvez. Mas vergonha do quê? Todos nós erramos; uns mais, outros menos, mas todos somos falíveis.

Magoamos pessoas, fazemos julgamentos precipitados, agimos por impulso, nos deixamos contaminar pela maledicência, somos momentaneamente dominados pela raiva. 

São inúmeros os motivos que nos levam a cometer erros. Claro que seria melhor que não os cometêssemos. Mas, já que somos humanos, é uma grande coisa quando temos a coragem e a hombridade de reconhecer que erramos e procurarmos reparar o erro cometido.

Às vezes somos complacentes demais com nossos erros, agimos com uma condescendência que não usamos para com os erros dos outros. Dois pesos e duas medidas. 

Saber que errou e não voltar atrás é ter compromisso com o erro. Se você percebe que errou e acha que esse erro não foi uma besteira qualquer, pode tirar dele uma lição. Ele pode estar apontando para outra direção a ser seguida, outro caminho, outra maneira de fazer as coisas, de pensar, de sentir. É que isso requer trabalho. Depois que você já andou um pedaço, ter que voltar e começar de novo pode ser cansativo, oferece perspectivas desconhecidas.

Para os donos da verdade, para aqueles que acham que suas convicções são intocáveis, para aqueles que pensam que suas ações são modelos que devem ser seguidos por todos, deve ser realmente difícil dar meia-volta e começar de novo.

Humildade não é apenas para baixo, mas também para cima. Não é somente fazer-se pequeno e aceitar a grandeza alheia. É também fazer-se grande, erguer-se do erro em que se caiu. 

É melhor arrepender-se quando se percorreu cem metros ou quando já se andou vários quilômetros? Pedir desculpas quando cometemos uma injustiça é um ato que exige honestidade consigo mesmo e um compromisso real com o futuro.

Para quem é reencarnacionista o futuro é amplo… E somos nós que o criamos. O amanhã é fruto do hoje, você sabe.

Para que ter vergonha? Essa vergonha é medo ou é orgulho? Talvez os dois. Se o erro afeta outra pessoa, como comportar-se como se nada tivesse acontecido?

Você sabe que a convivência com os outros, por menos próxima que seja, nem sempre é fácil. Hoje, além das relações tradicionais, há as amizades e relacionamentos virtuais. Vai dizer que você nunca se estranhou com um amigo virtual? Ou pelo menos divergiu seriamente? Alguém que você conhece só do outro lado da tela, e que, fora as informações que ele deixa você saber, você só pode conhecer através das energias que sente?

Também é importante analisar o que nos leva a errar com as pessoas. Talvez tenha sido consequência de um dia tumultuado, da pressão do cotidiano. Mas pode ser que você já estivesse há tempo com os bolsos cheios de pedras, esperando a oportunidade de atirá-las. Se for isso, é melhor que você faça uma análise sincera acerca dos motivos que o levaram a agir dessa forma. Isso pode facilitar uma futura explicação, se for o caso.

De qualquer maneira, fica uma dica do tempo em que se escrevia cartas, hoje válida para e-mails e outros meios. Antes de enviar qualquer coisa que tenha sido escrita com uma certa carga de emoção, guarde a mensagem e leia no dia seguinte. Se no dia seguinte, ao reler o que escreveu, você ainda tiver a mesma opinião, pode enviá-lo. Mas algumas coisas mereceriam ser deletadas…


Por: Morel Felipe Wilkon

Leia também:

Decepção:

Sentimento de Culpa:

Não existem castigos e sim conseqüências :


19 de outubro de 2014

Marketing Pessoal




Funcionários dedicados e eficientes muitas vezes não conseguem uma promoção. Por quê? Porque eles estão fazendo tudo certo, mas estão esquecendo do marketing pessoal. Vamos então a uma listinha, dos 10 fatores que compõem o bom marketing pessoal:
  • liderança. Antes mesmo de ter um cargo, um funcionário pode influenciar seus colegas, muito mais do que é influenciado por eles. Ele se torna um formador de opinião, e empresas percebem isso rapidamente.
  • solidariedade. Alguns funcionários param o que estiverem fazendo quando são consultados por seus colegas, sobre assuntos de trabalho ou mesmo que nada tenham a ver com o trabalho. Outros baixam a cabeça e só fazem o que têm que fazer.
  • visão. É alguém entender o que esta fazendo e porque está fazendo. E sugerir pequenas mudanças que podem melhorar o próprio trabalho e o trabalho dos colegas.
  • espírito de equipe. É oferecer ajuda aos colegas, sem ser solicitado. E se preocupar com que o trabalho dos outros também saia bem feito.
  • maturidade. É saber solucionar conflitos sem provocar mais conflitos. É saber apaziguar discussões entre colegas, e propor soluções que os outros consideram apropriadas.
  • integridade. É fazer o seu trabalho sem prejudicar a ninguém. É não ser excessivamente ambicioso, nem querer atropelar quem aparece pela frente.
  • visibilidade. É se oferecer para fazer uma apresentação. É ser o primeiro a erguer a mão quando se precisa de um voluntário para uma tarefa. É se apresentar para compor um grupo de trabalho ou para ajudar a implantar um programa novo.
  • empatia. É saber elogiar o trabalho de um colega e reconhecer os méritos dos outros. Quem elogia é elogiado. Quem só critica sempre acaba sendo criticado.
  • otimismo. É conseguir enxergar o lado positivo de qualquer situação, principalmente daquelas que parecem ruins. É ser bem-humorado e aceitar eventuais críticas. Pessoas assim ajudam a criar um ambiente de trabalho saudável.
  • paciência. É saber a hora certa de pedir uma oportunidade, ao invés de ficar reclamando que a empresa não dá oportunidades.
Quem tem no mínimo 7 desses 10 fatores, dificilmente deixa de decolar na carreira. Marketing pessoal não é criar uma imagem vazia. É, além de apresentar bons resultados, saber se sobressair sem ser chato e conseguir simpatias sem ser puxa-saco.


18 de outubro de 2014

Falsidade

O falso é covarde, pelos seus interesses e ganância ele magoa, humilha e engana friamente qualquer um.

Não se iluda, em sua vida você vai encontrar muitas pessoas falsas e o que é pior elas estarão exatamente entre aquelas que você mais acredita e confia.

O falso é repugnante e nojento, ele aproveita a boa fé das pessoas para enganar e iludir e assim obter vantagens pessoais e profissionais.

Ele normalmente surge através da amizade, fazendo-se passar por alguém do BEM.

Uma coisa porém é certa, a partir do momento que você não for mais importante ou útil ao falso, ele imediatamente lhe substituirá por outra amizade visto que necessita atingir as suas ambições e ganâncias desmedidas.

Quase sempre o falso conversa bem, tem boa apresentação, educação, cultura, enfim todos os atributos necessários à execução da sua estratégia de mentiras, deslealdades e traições. 

Fique alerta!

Izzo Rocha 


"Falsidade não é inteligência ou astúcia, é desvio de caráter".(Izzo Rocha)



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O Tempo não Apaga:

Aquele que te magoa:

A “Vida Anda” é a Lei:



6 de outubro de 2014

Quem não erra?

Errar não é uma tragédia, é uma ocorrência da condição humana.

O verdadeiro erro é insistir nele e não mudar, é não se perdoar, é não pedir perdão. 

Faça uma auto-análise, identifique os erros que tem cometido na vida.

Perdoe e peça perdão. 

Acredite a sua alma ficará aliviada e em paz!

Durma com a consciência tranqüila.

Izzo Rocha


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A Gratidão:

Apogeu e Declínio:

Um bom Emprego:







5 de outubro de 2014

Momentos da Vida...

É exatamente disso que a vida é feita, de momentos. Momentos que temos que passar, sendo bons ou ruins, para o nosso próprio aprendizado. Nunca esquecendo do mais importante: Nada nessa vida é por acaso. Absolutamente nada ! Por isso, temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, da melhor forma possível. A vida nem sempre segue a nossa vontade, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser.

Chico Xavier



Lembre-se sempre, a “Vida Anda”.

4 de outubro de 2014

Dramas Familiares...


Para compreendermos as dificuldades ocorridas na família, é preciso ampliarmos a visão de família e raciocinarmos acerca da natureza do espírito. Bem como da lógica e do propósito da reencarnação.


Antes de qualquer coisa, é necessário nos situarmos em que tipo de planeta estamos.

Como nos diz Kardec em O Livro dos Espíritos, não é possível, no estado de imperfeição em que nos encontramos, gozar de uma vida isenta de amarguras.

Além disso, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, entendemos a qualidade deste planeta que nos concede a possibilidade de crescer.

Dito isso, o que é fundamental diz respeito à maneira como encaramos as dificuldades.

Se as classificamos como castigos, como meras contrariedades, perderemos a finalidade da nossa estadia aqui na Terra e certamente não conseguiremos entender os conflitos familiares.

A família não é o resultado de uma mera reunião fortuita, onde os espíritos se agrupam aleatoriamente. Antes de nascermos, escolhemos nossas provas de acordo com as nossas faltas, segundo O Livro dos Espíritos.

Sendo assim, podemos nos reunir num grupo familiar por simpatia ou por comprometimentos anteriores que o nosso livre-arbítrio contraiu.

Neste contexto, a família atende a uma finalidade clara, que é conceder a um grupo de espíritos a oportunidade de ajustamento recíproco, lembrando que a reconciliação, o encontro entre espíritos que se prejudicaram outrora, não representa apenas um sinal de evolução individual.

Mas, ao se ajustarem, dois seres ou mais concorrem para o crescimento e o equilíbrio do próprio planeta. As dificuldades em família representam a oportunidade de combatermos gradativamente o egoísmo, mas para isso é preciso enxergar o grupo familiar na acepção espírita do termo.

O espiritismo traz à tona a lógica reencarnatória como único recurso possível de transformarmos o que era nocivo em algo saudável.

Como amar um ser a quem votamos antipatia e desprezo, por exemplo, num intervalo curto de tempo, como se fosse um processo mágico?

Energeticamente, os fluidos que emitimos na direção daqueles que não simpatizamos são muito densos e, para serem transformados, há necessidade de que a sabedoria das leis divinas atue através do tempo.

No fundo, problemas são o resultado da significação particular que damos aos acontecimentos da vida.

Kardec, após a pergunta 852 de O Livro dos Espíritos, coloca:

  "As idéias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou mal sucedidos, de acordo com o nosso caráter e a nossa posição social.

Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os os insucessos que experimentamos do que à nossa própria falta".

Texto retirado do livro Orientações Espíritas, Coleção Sem Mistérios, Editora Escala.

Fonte: Forum Espírita.


2 de outubro de 2014

O Orgulho e a Prepotência...

Toda criatura orgulhosa é, quase sempre, também arrogante!

O orgulho, o mais terrível sentimento negativo, baseia-se numa falsa avaliação que a criatura faz do seu sentimento de auto-estima. 

Ele é a porta de entrada para um grande número de sentimentos negativos, tais como a luxúria, a ira, a preguiça, a inveja, a cobiça e a gula, que, no seu conjunto, são conhecidos como "os sete pecados capitais", mas que preferimos chamar de "os sete vícios morais fundamentais" da criatura humana.

Isso decorre das reações impróprias que opomos a tais sentimentos quando nos sentimos ofendidos. Por exemplo, quando sofremos uma traição, ferindo a nossa auto-imagem e o amor-próprio, ativamos a nossa ira e revidamos, também traindo. 

Estamos sempre querendo pagar com a mesma moeda as ofensas que recebemos e nisso está o problema. Se, por uma razão qualquer, não conseguirmos pagar com a mesma moeda, procuramos outros artifícios de revide, como no mesmo exemplo, podemos assimilar a ira em outro sentimento também negativo como a mágoa. 

Mágoa e ira, terríveis sentimentos, caminham sempre juntos.

Então, a criatura procura alimentar a sua auto-imagem. É isto que dá sustentação aos demais sentimentos, baseando-se a criatura em falsos conceitos, totalmente equivocados a respeito de si mesma. 

Quando falamos em auto-imagem estamos nos referindo a uma pessoa que possua caráter impoluto, que seja gentil e respeitadora e que pratique suas boas ações, sempre cheia de boas intenções. É óbvio que muitas criaturas não procedem dessa forma com naturalidade e procuram esconder de si mesma o que realmente são. Por isso, dizemos que, para evitar o agravamento de certos problemas, devemos fazer uma auto-análise para descobrirmos o que realmente somos.

Os psicólogos costumam tratar o amor-próprio de forma um pouco diferenciada da auto-estima. Trata-se de uma afetação emocional causada por um sentimento ferido, que está enraizado em nível emocional. 

O amor próprio ferido normalmente é a causa principal de muitas atitudes inferiores. Podemos, portanto, conceituar o amor-próprio como sendo uma forma de apego que a criatura tem para consigo mesma. O amor-próprio diferencia-se do amor universal, que decorre daqueles que amam a todos os seres sem qualquer discriminação e sem se apegarem a nada. Do amor próprio ferido decorrem muitos outros sentimentos negativos, tais como a impaciência, o derrotismo, a frustração e até a vingança.

Toda criatura orgulhosa é, quase sempre, também arrogante. A arrogância caracteriza-se por uma maneira prepotente de ser e atuar, sendo uma atitude em que o ser se apresenta diante das demais pessoas com o objetivo de diminuí-las perante si mesmas. Daí, o arrogante tratar com indiferença os seus semelhantes, de uma maneira bem diferente de uma pessoa altruísta.

A criatura orgulhosa julga-se perfeita, auto-suficiente, infalível, sendo, pois, um sentimento enraizado em nível mental. Tais criaturas consideram-se capazes de fazer qualquer coisa, geralmente para ofender e humilhar seus semelhantes, dando-se muito valor às suas atitudes, com o que podem chegar à beira da obsessão.

Os orgulhosos gostam muito de chamar a atenção sobre si mesmos, isto é, procuram demonstrar e acentuar um mérito próprio que não têm, sempre que fazem algo um pouco fora do comum. Em outras palavras, tais criaturas acham-se sempre merecedoras de algo, bem além da realidade. Este viés está aliado à auto-importância e a auto-suficiência que os orgulhosos dão a si mesmos. 

Os orgulhosos são pessoas que se julgam boas em tudo que fazem e vivem momentos de glória que efetivamente não possuem. Pelo fato de valorizarem-se mais do que merecem, o mérito que o orgulhoso procura atribuir-se está aliado à auto-importância. São idéias, criações e conceitos equivocados que o orgulhoso tem de si mesmo, não passando de falsa avaliação mental.

Daí decorre que o orgulhoso tem um egoísmo muito acentuado e, por ser muito apegado a si mesmo, nada dá de si. Verifica-se, portanto, que o egoísmo e a vaidade que o orgulhoso carrega estão aliados à autoconsideração e ao ressentimento, sendo enraizado em nível emocional. Assim, o egocentrismo é a única atitude que lhe interessa, não tendo qualquer consideração para com as demais pessoas. Tais criaturas têm um ego exacerbado. 

Para o orgulhoso tudo deve girar ao seu redor e, fazendo-se o centro de tudo, gostam de chamar a atenção dos outros para si. O mais grave, porém, a realçar no orgulhoso é a prepotência, já que o prepotente é aquele que impõe sua vontade sobre os seus semelhantes, sendo sempre autoritário. Assim é o ego do orgulhoso; se não consegue fazer valer suas idéias pela força física, mentalmente o faz por meio de cenas imaginárias. Dá mais valor à pompa e às aparências. Por exemplo, acredita que um diploma conseguido sem grande esforço vale mais que a experiência daquele que o conseguiu estudando e batalhando muito.

Numerosas são as atitudes dos orgulhosos, sendo fáceis de ser identificadas na vida prática de todos os dias, revelando até mesmo aos olhares menos sensíveis, sua identificação com os sentimentos do orgulho e da vaidade. Destacamos a sua forma exagerada de considerar-se a si mesmo frente aos seus semelhantes.

Os orgulhosos sentem-se sempre melhores e mais importantes que os outros (complexo de superioridade); sentem-se sempre merecedores de algo mais do que valem; identificam-se pelas qualidades que pretendem demonstrar sem as ter; autovalorizam-se em demasia; gostam de exibir seus bens materiais e exagerar-se nas aparências e no modo de vestir, mostrando-se vaidosos; supervalorizam os seus serviços profissionais; olham com indiferença os seus semelhantes, principalmente pobres e mendigos, quase nunca os ajudando; nunca agem de forma altruísta, por lhes ser contrário ao seu modo de agir este nobre sentimento.

O orgulhoso utiliza-se principalmente dos sentimentos e emoções mais fracas ou negativas do ser, já que a criatura orgulhosa sempre acha que vale mais que o seu semelhante, tendo uma visão bem materializada da vida. Fazem de tudo que podem, quase sempre usando expedientes moralmente condenáveis, para fazerem triunfar a sua prepotência, empáfia, vaidade e orgulho.


Fonte: Caruso Samel




29 de setembro de 2014

Problemas no Blog

Amigos,

"Desculpem-nos pelo transtorno."

Estamos tendo alguns problemas na edição do Blog, em breve será solucionado.

Obrigado

Izzo Rocha