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14 de abril de 2014

Falando de ingratidão...

É comum se ouvir falar de ingratidão. Amigos que depois de terem privado da maior intimidade, se voltam violentos, desejando destruir. 

Basta uma pequena contrariedade, uma questão política, um diverso ponto de vista religioso. Eis formada a querela. O distanciamento.

Esquece-se de todos os benefícios recebidos. Dos abraços, das promessas, das alegrias repartidas e vividas em conjunto.

Esse tipo de comportamento demonstra como o homem, embora se diga humano, muito necessita crescer para se considerar como verdadeiro participante da Humanidade.

Recordamos de uma antiga lenda judia que fala de um homem condenado à morte e que ia ser apedrejado.

Os carrascos lhe jogaram grandes pedras. O réu suportou o terrível castigo em silêncio. Nenhum grito. Na sua condição, compreendia que a desgraça havia caído sobre ele e que seus gritos de nada serviriam.

Passou por ali um homem que havia sido seu amigo. Pegou uma pequena pedra e atirou na direção do condenado. Somente para demonstrar que não era do seu partido.

O pobre condenado, atingido pela diminuta pedra, deu um grito estridente.

O rei, que a tudo assistia, ordenou que um de seus lacaios perguntasse ao réu porque ele gritara quando atingido pela pequena pedra, depois de haver suportado sem se perturbar as grandes.

O condenado respondeu: As pedras grandes foram atiradas por homens que não me conhecem, por isso me calei. Mas o pequeno seixo foi jogado por um homem que foi meu companheiro e amigo. Por isso gritei.

Lembrei de sua amizade nos tempos de minha felicidade. E agora vi sua felicidade quando me encontro na desgraça.

O rei compadeceu-se e ordenou que o pusessem em liberdade, dizendo que mais culpado do que ele era aquele que abandonava o amigo na desgraça.

A lenda nos dá a nota de quanto dói a ingratidão de um amigo. Naturalmente, quanto mais estimamos e confiamos em alguém, mais nos atormentará a sua traição. A sua ingratidão.

É importante pois que examinemos nossas próprias ações, observando se não somos ingratos. Em especial com aqueles que estenderam a preciosidade da sua amizade, por longos e longos anos.

Não sejam as notas distantes de algumas rusgas que nos permitam agredir, de forma cruel, os que ontem nos sustentaram nas lutas.

Soubemos, há poucos dias, de uma aluna que, depois de ter recebido do seu mestre todo o apoio, em forma de ensino, livros, oportunidades de estágio, decidiu estabelecer uma questão judicial.

Esquecida dos tantos benefícios, das longas horas de dedicação do antigo mestre, depois de um desentendimento em que se sentiu lesada, resolveu requerer vultosa quantia como pagamento pelas horas de trabalho ao lado dele.

Olvidou o aprendizado, do quanto lhe devia por sua própria formação profissional. E mais: de quantas portas, graças à fama dele e experiência, se haviam aberto para ela.

Ingratidão. Sentimento que somente floresce nos corações enfermiços.
Moléstia do caráter que requer o remédio da compaixão.

Se alguém te retribui com a ingratidão o bem que doaste, não te entristeças. É melhor receber a ingratidão do que exercê-la em relação ao próximo.

E se teu problema for de ingratidão dos filhos, guarda piedade para com eles e dá-lhes mais amor.

Porque a ingratidão dos filhos para com os pais é dos mais graves enganos que se pode permitir ao Espírito, em sua marcha evolutiva.

Redação do Momento Espírita com base na lenda judia Os amigos, do livro Lendas, fábulas e apólogos, Coleção Antologia da literatura mundial, v. 4, ed. Logos e no verbete Ingratidão, do livro Repositório de sabedoria, v. II, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

13 de abril de 2014

Não Espere...

Não espere um sorriso para ser gentil;
Não espere ser amado para amar;
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida;
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;
Não espere a queda para lembrar-se do conselho;
Não espere...
Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;
Não espere a mágoa para pedir perdão;
Não espere a separação para buscar reconciliação;
Não espere a dor para acreditar em oração;
Não espere elogios para acreditar em si mesmo;
Não espere...
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;
Não espere o eu te amo,para dizer eu também;
Não espere o dia da sua morte para começar 

Não espere...

11 de abril de 2014

Perdão...



Muitas vezes por medo, falta de atitude ou humildade perdemos a oportunidade de obter o perdão para corrigir um erro do passado que tanta tristeza e sofrimento nos traz. Pense nisto!




8 de abril de 2014

Cientistas criam tradutor que converte o som dos golfinhos para o inglês.

Máquina tradutora atualmente identifica uma palavra pela dificuldade dos golfinhos de produzirem sons audíveis para os seres humanos.

A ciência frequentemente aponta o golfinho como um dos animais mais espertos do planeta, e não nos causa surpresa que muitos cientistas buscam entender melhor esses mamíferos nadadores e divertidos. O que nos causa surpresa é que, neste caminho, alguns cientistas do Wild Dolphin Project estudaram tão a fundo a comunicação da espécie que desenvolveram um aparelho que consegue traduzir para o inglês os sons produzidos pelos golfinhos.

O tradutor, chamado de CHAT, está em um estágio inicial e ainda busca aumentar o seu “vocabulário”. Apesar de ser um avanço fantástico para os cientistas se comunicarem com os animais, a máquina atualmente é capaz de traduzir somente uma palavra: “sargaço”, um tipo de alga.
O principal problema enfrentado pelos cientistas é que a frequência emitida pelos golfinhos chega a ser até dez vezes mais alta do que o ouvido humano consegue captar. Para contornar este problema, os pesquisadores ensinaram os animais a usar sons de baixa-frequência para comunicar quando encontram um objeto em específico - que no primeiro caso foi o sargaço.
Enquanto que o destino das pesquisas parece incerto, os cientistas continuam trabalhando com o tradutor para apresentar mais novidades em maio, quando participarão de uma conferência na cidade de Florença (Itália) sobre a fala e processamento de sinais. Quem sabe tudo dê certo e em breve poderemos até bater um papo com os golfinhos?

Por João Gustavo Reva 

5 de abril de 2014

Obrigado Deus...


Obrigado Deus pelo privilégio de estar vivendo hoje o meu segundo aniversário pós-cirurgia cardíaca. 

Te Amo!

Izzo Rocha


3 de abril de 2014

Psicologia da Ingratidão...

Todas as vezes que testemunho ou sofro alguma ingratidão, lembro-me da passagem do Evangelho – aquela em que Jesus curou os dez leprosos e só um voltou para agradecer. E ele perguntou: onde estão os outros nove? Essa história nos indica que a ingratidão é algo comum, majoritário, no comportamento humano. Estatisticamente, 90% daqueles que Jesus curou, não mostraram gratidão.
Observando esse fenômeno, proponho-me aqui a examinar as motivações psicológicas da ingratidão.

Quando alguém está precisando de ajuda – seja porque está doente, com dificuldades financeiras, solitário, deprimido, em qualquer situação de crise ou mesmo que essa crise seja um status permanente, desde a infância – é um momento, uma fase, ou até uma existência inteira, até então, de fragilidade e de carência. Para o orgulho humano, precisar do outro, tem algo de humilhante – ainda que aquele que ajude (como o caso incontestável de Jesus) esteja ajudando com total desprendimento e sem nenhum desejo de recompensa. Obviamente que este estado de desprendimento e desapego dos resultados é algo bastante raro no mundo, tão raro quanto a gratidão.

Ora, quando a pessoa que recebeu a ajuda, seja em forma de dinheiro, apoio, solidariedade, incentivo, colo… – se vê numa situação melhor, de maior segurança, de retomada de sua autonomia, até de euforia, porque conquistou posições e patamares antes impensáveis (muitas vezes com o próprio esforço sim, mas a partir da ajuda recebida) – então, a pessoa não quer mais se lembrar daquele instante de fragilidade, quer negar para si mesma que precisou um dia de apoio, quer atribuir todas as suas conquistas apenas a si mesma, aos próprios méritos. Não quer dividir o sabor da vitória, relembrando um momento em que estava “por baixo”. Então, nega o benfeitor, esquece-o, até pode agredi-lo e eliminá-lo simbolicamente, porque é humilhante para o seustatus atual, fazer referências a um estado anterior de carência. Então, faz aquilo que o ditado popular tão pitorescamente expressa: “cospe no prato que comeu”.

A coisa se agrava mais quando existe uma forte relação afetiva entre aquele que ajudou e aquele que foi ajudado – seja este um filho, um irmão, um amigo íntimo, um parente distante ou próximo. Porque então, a ajuda pode ter sido carregada de forte dose de afetividade, preocupação com o outro, desejo profundo de felicidade e superação das dificuldades do ser amado. Nesse caso, o ingrato precisa esquecer duplamente do benfeitor – o benefício prestado e a afetividade entregue. E é então que a ingratidão pode doer mais profundamente, porque se tratou não apenas de um benefício, mas de uma entrega de si. Episódios assim também se encontram na vida de Jesus, como a traição de Judas, a negação de Pedro e o abandono dos mais próximos, no momento da crucificação. No caso dos leprosos, Jesus não tinha uma intimidade com eles. Com os discípulos, eram amigos queridos. Nessa configuração, a pessoa não quer apenas esquecer do benfeitor, para não lembrar de um momento de fragilidade, ela quer se desobrigar de qualquer retribuição concreta ou afetiva com a pessoa que foi determinante para suas realizações, superações e conquistas – sejam elas de ordem material, intelectual ou moral. Quer se sentir livre de compromissos com quem ficou para trás, porque tais compromissos, que implicariam muito mais do que simplesmente reconhecer o benefício, mas também num cuidado com o outro (como o caso de pais, irmãos, amigos), são uma quebra na fruição de suas conquistas. Por exemplo, o indivíduo recebeu toda a formação dos pais, todo o empenho pelas suas realizações, todo o carinho doado (claro, com os limites e defeitos possíveis de todas as relações humanas) e quando ele se vê numa situação de bem-estar, conquista e euforia, não deseja ver o estorvo da fragilidade alheia – agora no caso, dos pais –que estarão por sua vez num momento de carência. Voltar atrás e olhar para os benfeitores, amá-los, cuidar deles, ter compromissos, é turvar o momento de segurança presente, é abrir brechas para o afeto fluir, no meio da vaidade das conquistas.

Assim, podemos concluir que o que atrapalha a gratidão em todos os casos é o orgulho – de não se admitir que se esteve já em situação difícil – e o egoísmo – de não querer interromper o gosto da conquista, com a preocupação, o cuidado e a dedicação ao outro.

Agora, analisemos toda a questão do ponto de vista daquele que ajuda. Que motivações podem levar a pessoa a fazer um bem a quem esteja em situação de carência ou precisão? São motivações sempre nobres, puras e elevadas? Até que ponto podem também estar contaminadas de orgulho e egoísmo? E pode essa possível contaminação na atitude do benfeitor provocar ou reforçar a ingratidão?

O ideal de um ato moral – como também aponta o Evangelho e a interpretação espírita da ética cristã – é o desinteresse. Esse desinteresse deve ser financeiro, pessoal, afetivo. Ou seja, é preciso fazer o bem, sem nada querer, esperar ou desejar de volta. A coisa porém não é tão simples. Primeiro, porque ao fazer o bem, experimenta-se naturalmente um bem-estar interno (hoje comprovado até através de pesquisas que mostram que dar, doar, ajudar libera sensações agradáveis para quem faz).

Então, ao fazermos o bem, queremos nos sentir bem? Sem dúvida que sim! E isso eu chamaria – repetindo uma definição que ouvi do meu terapeuta – de um egoísmo saudável. Afinal, Jesus disse que deveríamos amar ao próximo como a nós mesmos. Ou seja, todos os seres humanos buscam prazer, felicidade, bem-estar e isso é natural. Ora, muito melhor que esse bem-estar seja provocado por um fazer bem do que por um fazer mal ou por qualquer tipo de vício autodestrutivo.

Apesar disso, considero que num nível mais elevado de doação, o indivíduo dá apenas e somente pelo bem do outro, sem pensar na própria felicidade. É certamente o caso de Jesus, ao morrer na cruz, como oferecimento de um exemplo para a humanidade.
Mas a questão não fica nesse ponto. Quando nos encontramos diante de alguém que está em situação de necessidade, os nossos sentimentos de empatia e compaixão podem ser ativados e nos lançamos a uma ação benéfica para o outro. Até aí, ótimo. 

Mas podem surgir também sentimentos (às vezes inconscientes) de superioridade e de prazer por estarmos numa posição de generosidade, de vaidade por “sermos tão bons”! Então, o ato de ajuda carrega algo de humilhante para o outro, sim. Porque podemos nos situar num patamar de cima, onde o outro que recebe, se sente de fato esmagado pela nossa oferta. Se a pessoa não tiver alternativa nesse momento, isso poderá depois gerar uma forte repulsa pelo benfeitor. E tudo isso está muito bem descrito no Evangelho. O problema é que bons impulsos podem ser manchados por esses sentimentos negativos – então há de fato um bem praticado, houve um momento de solidariedade sincera, mas depois o orgulho apareceu para estragar as coisas.

Outra forma de contaminar o gesto de ajuda está na cobrança de retorno, que pode ser uma cobrança sutil ou explícita, pode aparecer na forma de expectativa silenciosa ou de um “jogar na cara” ofensivo. A forma não explícita gera mal-estar no beneficiário e a explícita provoca justa revolta. Há inclusive pais e mães que praticam fartamente essa forma explícita, humilhando filhos, por terem cumprido o que pais e mães devem fazer – doarem-se inteiramente. Então, o ato do bem ou o amor doado estão claramente aprisionados nas garras do egoísmo.

Essas manchas no ato de doar não eximem aquele que recebe do sentimento de gratidão, sobretudo se há um vínculo amoroso envolvido no processo; assim como a ingratidão não exime o benfeitor de continuar fazendo o bem; porque é preciso compreender que estamos em processo de aprendizagem evolutiva e ainda quando queremos praticar o certo e queremos elevar nossos sentimentos, eles ainda se deixam macular por nossos atavismos milenares. Há que se ter maturidade e compreensão mútua para entendermos as nossas fraquezas e as do outro. Há também que se considerar que nossos papéis de benfeitores e beneficiados se alternam no decorrer da vida. Todos temos fases, momentos de fragilidade (basta lembrar de como chegamos e como partimos no mundo). Todos temos oportunidade de ajudar alguém em outros momentos. Ora somos necessariamente carentes, ora podemos ser generosos. Refletindo sobre tudo isso, haverá mais oportunidades de superação e de caminharmos para formas superiores de sentir e fazer.

Há porém algo mais sutil ainda, quando se trata de um benefício e uma ingratidão entre dois seres que se amam intensamente – e não posso deixar de imaginar que foi o que Jesus sentiu ao perguntar pelos outros nove leprosos que não voltaram, que embora não tivessem intimidade com Jesus, o Mestre não lhes era alheio em seu amor por todas as criaturas. A sua pergunta revela que ele não ficou indiferente ao fato. É que quando se pratica um bem ou muitos bens a um ser amado e a pessoa incorpora esse bem em sua vida e depois rejeita asperamente o irmão, a mãe, o amigo que lhe foi alicerce de ascensão e realização, o que se pode experimentar é uma profunda dor pelo outro. Jesus lamenta a ingratidão dos leprosos, como se entristece pela fraqueza de Judas e de Pedro. Mesmo se o nosso eu estiver já desprendido de toda mágoa e suscetibilidade – o que requer obviamente um trabalho bastante cuidadoso – podemos nos entristecer porque o ser amado está agindo de maneira tão acintosa e ingrata, por ele mesmo. Esse sentimento será entremeado de compaixão, sem falsa superioridade. Pode-se entretanto ainda misturar tais impulsos, enquanto estamos a caminho: mágoa com compaixão, tristeza pelo outro, com esperança de recompensa.

Enfim, tudo isso são aprendizados que nos competem assumir em nossa jornada evolutiva. E, tinha Kardec razão ao dizer que as duas únicas e maiores chagas da humanidade são o orgulho e o egoísmo.

Estejamos atentos a isso!

  

1 de abril de 2014

Precisamos lembrar que somos...

Precisamos lembrar que somos fogo. No entanto, algumas cinzas podem acumular-se sobre a mente.

Uma vez que você sopra as cinzas para longe, o fogo se levanta e se sobressai brilhantemente.

Se você tem muitas preocupações, diga apenas ‘Hmm’ (com pouca força), e toda aquela cinza que se tem acumulado sobre a mente será removida, e você se sentirá brilhante.



Com frequência, sentamos e ficamos preocupados: ‘Ah, isso não está acontecendo’, ou ‘Aquilo não está acontecendo’. A vida é de tal forma que muitas vezes o que você quer não acontece; algumas vezes, o que você não quer, acontece. Não tem importância. Não fique sentado, pensando nisso por muito tempo. Mexa-se; siga adiante, lembrando-se de que você é fogo.

Quando você sabe que é fogo, nada pode queimá-lo. As pessoas dizem: ‘Estou apagado. Ai, eu estou tão cansado!’

O que apagou? Vamos! Como alguma coisa pode apagar o fogo? Mexa-se, sabendo que você é fogo. Largue o passado e mova-se alegremente em direção ao futuro.

E pegue a vida em sua totalidade. Algumas experiências agradáveis e outras desagradáveis . Todas essas coisas acontecem e vão embora.

Sabendo que ‘Eu tenho todas as bênçãos, eu tenho a Graça, o melhor vai acontecer para mim’, você deve seguir adiante.

25 de março de 2014

Ganância...

Quero, quero muito, quero tanto que pago mais.
Toma o que para ti vale mais, me dá o que para ti vale menos.
Sou tão ganancioso, que te dou o que mais prezas, para ter de ti o que mais desejo.
O meu valor maior não é o que eu possuo, mas o que possuirei quando entregar para ti, o que para ti é o que tem mais valor do que tudo.
Desejos, ganâncias, valores, trocas, felicidades.
Livres mercadores, atrás de um valor maior para si, criam um valor maior para todos.


E por que tanta ganância para acabar com a ganância?

Mas o que é a ganância se não a simples vontade de se obter o que entendemos ser desejável para satisfazer a nossa vontade de experimentar ou possuir algo?

Todos queremos experimentar sensações, consumir ou possuir coisas, úteis ou fúteis, acumular para uso presente ou futuro. É da nossa natureza.

O exercício da ganância, em uma sociedade capitalista, nos leva a empreender, criar, produzir, construir para trocar pelo que se deseja, pelo que não se possui ainda, pelo que não se possui em quantidade suficiente para a nossa satisfação.

Apenas numa sociedade onde o direito de propriedade é inviolável e o direito à liberdade é respeitado, o mais ganancioso dos gananciosos, antes de conquistar o que almeja, tem que abrir mão de algo que possui.

Quanto mais ganancioso for o indivíduo, mais ele acabará entregando do que é seu para obter o que deseja.

De todas as críticas que são feitas sobre o livre-mercado, a mais usual fundamenta-se na equivocada idéia de que, em um ambiente de absoluta liberdade, a ganância, suposto vício ou pecado, que perverteria o ser humano, ficaria sem controle, causando malefícios à sociedade.

Em um ambiente de absoluta liberdade e respeito à propriedade, a ganância de uns será contida pela ganância de outros, estabelecendo assim, através do mútuo desejo de satisfação de vontades, seus devidos limites.

Em toda troca voluntária, a ganância está presente dos dois lados na negociação, e esta será atendida apenas quando as partes entregarem para o outro o que este considerar valor superior àquilo que terá que dispensar.

Logo, o mais ganancioso dos gananciosos é aquele que paga mais para obter o que deseja. É o que mais cede o que possui, para adquirir o que ainda não tem.

Assim, quanto mais ganancioso alguém for, maior valor terá que entregar.

O maior ganancioso será sempre o mais dadivoso em uma troca livre e voluntária.

Fonte: Roberto Rachewsky


24 de março de 2014

A maior descoberta...

 "A maior descoberta da minha geração é que os seres-humanos podem alterar as suas vidas modificando as suas atitudes mentais", William James (1842-1910)
A genialidade desta citação é que podemos mudar as nossas vidas alterando a forma como interpretamos os eventos à nossa volta.

William James (Nova Iorque 11 de janeiro de 1842 – Chocorua, New Hampshire (Estados Unidos da América) em 26 de agosto de 1910) é um dos fundadores da psicologia moderna e importante filósofo ligado ao Pragmatismo. Nascido nos Estados Unidos, teve sua formação em medicina. Ele escreveu livros influentes sobre a então jovem ciência da psicologia, incluindo temas como a educação e a psicologia da experiência religiosa. James foi um dos formuladores e defensores da filosofia do pragmatismo, perspectiva que até hoje exerce bastante influência, principalmente nos EUA . Ele também foi importante pelo seu trabalho na metapsíquica. Era irmão do escritor Henry James e de Alice James.

23 de março de 2014

Vida...

  
Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi. Amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida.

E você também não deveria passar! Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.


Augusto Branco
  


22 de março de 2014

A importância do Perdão...

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. 


Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. 

Desejo tudo de ruim para ele. 

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: 

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. 

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: 

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. 

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: 

- Filho como está se sentindo agora? 

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. 

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: 

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. 

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente: 

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você 

O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. 

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras; 
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações; 
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos; 
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter; 
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino. 

Reflita!

21 de março de 2014

O Sono muda com a Idade...

As pessoas dormem e acordam mais cedo com o avançar da idade
Especialistas afirmam que o sono muda ao longo da idade. Segundo o site Huffington Post, quanto mais velha a pessoa fica, mais cedo ela se cansa e mais cedo ela acorda. Os bebês, por exemplo, podem dormir até 16 horas por dia, enquanto um adulto irá ficar na cama entre sete e oito horas por dia e esse número diminui mais ainda quando a velhice chega. 
"Análises demonstraram que a quantidade de sono que temos diminui em cerca de 10 minutos por década até a idade de 60 anos, e que este declínio é mais acentuado nos homens em comparação com as mulheres", afirma Bradley Edwards da Harvard Medical School, dos Estados Unidos.
Ele explica ainda quais as alterações normais do sono chegam com a avançar da idade. São elas: dormir por menos tempo, levar mais tempo para conseguir dormir, acordar com mais frequência durante a noite, acordar mais cedo, ter sono mais cedo e cochilar durante a tarde.
Crianças dormem naturalmente mais horas. O problema para muitos adultos é que alguns deles não aceitam estas mudanças e, ao invés disso, "começam a se preocupar com o sono mesmo quando não tem nada de anormal quanto a isso", explica Dan G. Blazer, geriatra e psiquiatra da Universidade de Duke, também nos Estados Unidos. Ele diz ainda que as preocupaçãoes são inimigas do sono e que o hábito continua sendo essencial para a saúde física e mental, mesmo com o passar das décadas.
Com tantas mudanças, a mais difícil delas é que os idosos têm uma fase avançada de sono, querendo ir para a cama por volta das 19 horas e acordando muito cedo. Assim, para as pessoas com vidas sociais mais agitadas, que têm planos de jantar com os amigos, por exemplo, este ciclo de sono pode se tornar um conflito. Assim, ficar acordado quanto está com vontade de dormir pode atrapalhar o sono o que causa a vontade de tirar um cochilo durante a tarde.

Cochilar ou não?
O cochilo durante a tarde é assunto comum de debate entre especialistas. Portanto, o que fazer? A conclusão que eles chegaram é que nem todos devem ceder. "As recomendações para dormir durante o dia são aconselhavéis dependendo da história médica de cada paciente", explica Edwrads.
O cochilo deve ser evitado por quem quer um sono melhor durante a noite, independente da idade, além das pessoas que têm insônia, já que o cochilo interfere no ciclo natural do sono. Mas, para os adultos que não dormiram o suficiente à noite, um cochilo curto, em média de 30 minutos, pode ser bom perto do almoço ou do jantar.

Como ter um sono melhor?
Especialistas falam em higiene do sono, métodos que ajudam a melhorar a qualidade do hábito e que devem ser cuidados com o passar dos anos. Veja quais são elas:
1) Limite os cochilos ao início da tarde, caso você realmente precise deles.
2) Tenha uma rotina de sono indo dormir em horários parecidos. Alterar muito o momento de ir para a cama pode dificultar o ciclo.
3) Evite álcool, cafeína e tabaco.
4) Faça exercícios físicos durante o dia, mas evite a academia depois das sete horas da noite.
5) Use sua cama apenas para dormir e fazer sexo. Evite trabalhar, ver TV ou estudar nela.
6) Evite olhar para o relógio quando acorda durante a madrugada.
7) Mantenha o quarto fresco e deixe o ar circular durante o dia.
8) Evite focar nas preocupações antes de dormir.
9) Mantenha o quarto escuro e, antes de dormir,  evite focos fortes de luz, como a televisão, por exemplo.
10) Se a falta ou excesso de sono estiver incomodando muito, converse com seu médico, pois pode ser mais do que o avançar da idade. Dor crônica, depressão e distúrbios de sono devem ser tratados por especialistas.

Fonte: terra.

20 de março de 2014

Mágoa...

É uma palavra pequena, mas um sentimento enorme. É incrível como ela consegue nos dominar, por ela deixamos pessoas importantes partirem, deixamos de confiar, deixamos de arriscar por medo. 
Confesso que guardo mágoas sim, afinal quem não guarda que atire a primeira pedra! Eu estou percebendo o quão caro ela está me custando, estou deixando para trás pessoas que já me fizeram sorrir, já pediram desculpas e eu percebi que foram de coração, já me fizeram chorar de felicidade, fizeram eu me sentir única em vários sentidos. 

Percebi meus erros e que tenho que mudar nesse aspecto, afinal todos erramos de uma forma ou de outra, ninguém é perfeito.

Já conheço bem a palavra MÁGOA, agora pretendo conhecer o sentido da palavra PERDÃO, aquele ditado "eu perdôo mas guardo nomes" isso é verdade, mas na hora que você perdoa uma pessoa e você vê que ela se arrependeu realmente, tem que deixar isso de lado, prestar atenção nas qualidades e relembrar os momentos bons.

Por isso, não deixe a mágoa te dominar, se for para quebrar a cara de novo, deixa quebrar, é só mais um aprendizado. Vai doer? Vai, mas você vai aprender novas lições da vida. Perdoe, não sabemos o dia de amanhã, todos erramos, e amanhã poderá ser você pedindo perdão.

(Priscielle Ramos)


12 de março de 2014

A dança da ingratidão

  

Conta-nos a História (assim, com H maiúsculo por ser fato real), que no século I a.C., o imperador romano Julio César foi vitimado por uma conspiração dos senadores que pretendiam tirar-lhe do cargo. Ao reconhecer entre seus algozes seu próprio filho adotivo, Marcus Brutus, Julio César teria proferido a famosa frase: “Até tu, Brutus, filho meu?”. A cena entrou para a posteridade e fixou-se no imaginário popular primeiramente por simbolizar a traição, quando costumamos dizer que fomos “apunhalados pelas costas”; segundo, também, por traduzir a desilusão causada pela ingratidão, conforme a dolorida expressão do imperador dirigida a seu filho – e sempre a usamos, ainda que nosso traidor se chame João ou Maria.

O autor francês, Charles Pinot Duclos (1704-1772), assim escreveu sobre o tema: "A ingratidão consiste em esquecer, desconhecer ou reconhecer mal os benefícios, e se origina da insensibilidade, do orgulho ou do interesse”. Curioso notar as origens que Duclos apresenta para a ingratidão, com destaque para o orgulho, velho conhecido nosso. Velho “adversário da humanidade”, como salientou Lacordaire, no capítulo VII de O Evangelho segundo o espiritismo, item 11. Em seguida, no item 12, é a vez de Adolfo, bispo de Argel, apresentar o orgulho como fonte de todos os nossos males. E um destes males que disseminamos diariamente é, sem dúvida, a ingratidão.

Somos ingratos quando esquecemos as coisas boas que nos fazem. Somos ingratos quando discutimos com nossos pais. Somos ingratos quando “passamos por cima” de nossos colegas de trabalho, na ânsia de defendermos nossos pontos de vista – quando, em verdade, defendemos apenas nosso orgulho. Somos ingratos quando viramos às costas para os problemas do outro. Somos ingratos ao exigirmos que nosso próximo, seja ele quem for, seja perfeito, já que somos ingratos, justamente, por sermos moralmente imperfeitos! É o que nos ensina O livro dos espíritos, nas questões 937 e 938. Ali, aprendemos que o egoísmo é o pai da ingratidão. Como podemos observar, então, damos morada a uma família da pesada em nossos corações. Esta família costuma fazer uma verdadeira festa com nossas emoções, levando-nos a cometer erros contra nosso próximo que se convertem em malefícios contra nós mesmos – e disso já não há mais dúvida. 

Nesta festa, o orgulho é o anfitrião, o egoísmo espalha seu veneno e a ingratidão nos faz dançar a valsa da desilusão. E por que nos desiludimos? Emmanuel é franco e direto: Nos desiludimos porque esperamos muito de nosso próximo. Temos o estranho hábito de esperar sempre algo em troca pelo bem que fizemos ou, simplesmente, pela amizade que dedicamos. Mas, se esperamos algo em troca, que bem que fizemos? Que amizade sincera dedicamos?

Há uma grande dificuldade nossa em nada esperar do bem praticado, pois temos uma necessidade enorme de sermos amados, estimados, queridos, idolatrados – salve, salve! E aí, nosso egoísmo, nosso anfitrião, nos coloca nessa rota dolorida, que nos levará ao encontro de corações endurecidos como os nossos. O melhor, então, é perseverar na prática do bem, evitando participar da festa que aquela família da pesada promove diariamente, sendo os controladores de nossas emoções, e não o contrário, conhecendo-nos a nós mesmos.

Sejamos felizes no que fazemos, pois o que foi esquecido hoje será lembrado amanhã. E, se assim não for, mais terá o ingrato a pagar do que aquele que sofreu a ingratidão. Por isso, os ingratos são dignos de pena, e não de revolta, pois terão sua solidão para vivenciar suas dores, em resposta às suas ações infelizes, sempre movidas pelo egoísmo.

Seu amigo lhe abandonou à própria sorte? Então ele nem era assim tão seu amigo! Lamentar o quê? Seu colega de trabalho faz de tudo para lhe derrubar? Deixe-o em sua gana, que ele se destruirá sozinho. Continue fazendo sua parte e logo encontrará corações mais afeitos ao seu, pois espíritos afins se reconhecem e se (re)encontram, em primícias da felicidade que queremos compartilhar eternamente. E desta felicidade estão excluídos os elementos daquela “família” – o egoísta, o ingrato, o orgulhoso. Relembremos as palavras contidas na questão 938a: “Lastimai os que usam para convosco de um procedimento que não tenhais merecido, pois bem triste se lhes apresentará o reverso da medalha. Não vos aflijais, porém, com isso: será o meio de vos colocardes acima deles”.

Mas não tapemos o sol com a peneira! Não culpemos o próximo por nossas falhas e busquemos sinceramente externar o amor – sentimento que nos eleva, nos modifica e nos faz feliz. Pois na dança da ingratidão um dia somos Julio César, mas, na maioria das vezes, somos Brutus mesmo...

Escrito por George De Marco jornalista, publicitário e radialista. Realiza atividades como expositor e educador de mocidade Espírita.
Texto publicado na edição 432 do jornal Correio Fraterno




8 de março de 2014

Linda mensagem de CHICO XAVIER

Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamento, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.


Quando sair de um longo tratamento de saúde,não pense no sofrimentoque foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deusque permitiu a cura.


Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas  dificuldades.


Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.

Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.

Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa;
a inferior, condena.

Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!

Chico Xavier



1 de março de 2014

Arrependimento...

Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.


Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!

Não se acostume com o que não lhe faz feliz, 
revolte-se quando julgar necessário.


Alague seu coração de esperanças, mas não deixe
que ele se afogue nelas.


Se achar que precisa voltar, volte!

Se perceber que precisa seguir, siga!

Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.

Se sentir saudades, mate-a.

Se perder um amor, não se perca!

Se o achar, segure-o!"


Silvana Duboc